Café 1001- Se eu fosse um lugar…
Em um papo entre amigos rolou uma discussão sobre a fragilidade entre relacionamentos em “galera”. Eu que estava só escutando, quietinho, logo quis participar da “pira” dos meus companheiros e tentei me expressar partindo da premissa de que se um grupo é unido por alguma paixão, alguma atividade comum, geralmente, no dia em que um integrante não puder viver essa tal paixão, não comparecer nessa atividade, ele corre um risco enorme de ser “morto socialmente” em seu grupo. Por outro lado, no momento que existe uma série de relacionamentos entre duas pessoas e os momentos em “galera” viram um resultado, um sintoma do bom relacionamento entre indivíduos, essa “galera” passa a ter alma própria, se torna proveniente de algo que vem de dentro de cada um dos integrantes e não de uma “chama terceirizada”.
Após expressar isso um amigo árabe comentou que se já era difícil um relacionamento de amizade sincera entre apenas duas pessoas, imagina então um coletivo, e foi aí que ele fez uma ponderação relativamente comum no Ocidente e que pelo visto também ecoa pelos desertos do Oriente Médio. Ele levantou a questão sobre “como anda o nosso autoconhecimento”. Depois concluiu que era impossível alguém se conhecer perfeitamente, mas brincou que se ele fosse um lugar, seria a sua cidade, Riade. Respondi de forma entusiasmada e presepeira que no meu caso eu seria o bar em que estávamos! Yes malandro!!!
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato
O primeiro é porque em meio aos tijolos da Brick Lane se pode comer uma porrada de tipos de comida, mas nenhum cheirinho por lá faz frente aos da charmosa barraca de hambúrguer e cachorro quente que a casa tem em sua calçada. Impressionante como lanche na gringa é levado mais a sério: hamburguer caseiro e salsichão alemão na veia!
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato
Adolfo Caboclo | Não Só o Gato Adolfo Martins | Não Só o Gato

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